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10 de mar. de 2014

Doze Anos de Escravidão


Retirando a poeira deste blog, eis o ganhador do Oscar de melhor filme em 2014. Doze Anos de Escravidão. Filme elaborado a partir do livro escrito por Solomon Northuop, liberto que foi sequestrado e tornado escravo por doze anos. O filme se passa nos EUA do século XIX, mas segundo Lilia Moritz Schwarcz e Maria Helena Machado, o regime escravista de lá retratado no filme tem semelhanças com o sistema escravista do Brasil. 

As historiadoras escreveram um texto comentando o filme e as possíveis comparações entre a escravidão dos EUA e a do Brasil. Segue o link para o texto: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrissima/154391-um-pouquinho-de-brasil.shtml

9 de jul. de 2013

Ditadura Argentina em Desenho


Adorei essa iniciativa da televisão estatal da Argentina. Um desenho para crianças de seis a doze anos sobre o período da ditadura civil-militar da Argentina. Super bem feito o desenho, divertido e informativo.
Postarei a reportagem da Carta Capital sobre o assunto.

Animações argentinas explicam ditadura para crianças

Zamba
Desenho 'A Surpreendente Excursão de Zamba' mescla aventura com história para falar de episódios como a Guerra das Malvinas

Em uma viagem pelo tempo até a ditadura, a principal missão é resgatar o amigo das mãos militares e fazer a democracia voltar ao país com a ajuda das “urnas mágicas”. A ficção dá o tom fantasioso à aventura vivida pelo personagem Zamba, mas o roteiro do desenho animado La Asombrosa Excursión de Zamba (A Surpreendente Excursão de Zamba) tem um contexto amargo do passado argentino: o regime militar que vigorou entre 1976 e 1983.



Voltado para crianças de 6 a 12 anos, a série de animações é uma aposta do canal estatal argentino Paka Paka para ambientá-las a temas geralmente relegados aos livros de história nas salas de aula. Além do capítulo sobre a ditadura, entram no repertório episódios emblemáticos como a Guerra das Malvinas, no qual um soldado argentino explica ao pequeno Zamba que “há países que se sentem os reis do mundo” ao se referir à Grã Bretanha.

“Zamba convida as crianças a fazerem perguntas e refletirem sobre o que veem”, explica Cielo Salviolo, ex-diretora e atual consultora do canal Paka Paka. “São temas mais complexos, que não são contestados muito nas escolas, mas que quisemos contar em um formato mais atrativo e inovador para as crianças”, explica ela sobre a estética de videogame presente na animação - que até agora possui 14 capítulos.

No episódio sobre a ditadura, o menino José, cujo apelido é Zamba, tem contato com o regime militar durante uma excursão à Casa Rosada. Ainda dentro da sede de governo, seu amigo desaparece e, ao dizer que precisará voltar no tempo para resgatá-lo, o busto que remete ao classicismo e representa a “República” explica que a ditadura começou em 1976 com os militares tomando o poder e “disseminou o terror por todo o País”. Zamba precisará voltar à “época mais escura” da história argentina para ajudar seu amiguinho, mas sem a “República” por lá para defendê-lo. Depois do contato com os militares – que falam ao telefone com os EUA para garantir que o “plano de ditadura em toda a América Latina será um êxito” – Zamba é detido, mas consegue sair vitorioso com com a ajuda das urnas eleitorais, símbolo das eleições diretas. No final do episódio, Zamba, seus amigos e até mesmo as “Mães de Maio” celebram o fim do período repressor.

Regionalismo. Além de resgatar passagens da história argentina, o desenhos traz características comuns a qualquer criança – como o sonho de ser astronauta – e uma série de elementos regionais. No início de cada capítulo, o protagonista explica que vive na cidade de Clorinda, na província de Formosa, e que sua comida preferida é o chipá, cuja massa é semelhante ao nosso pão de queijo. Ele tem como animal de estimação uma capivara, e na escola interage com outras crianças e com a professora, que veste o clássico avental branco.

O projeto, explica Cielo, surgiu pela necessidade do Ministério da Educação em fazer um desenho pensado para meninos e meninas argentinas. “Temos um problema comum a todos os países da América Latina. Tínhamos nos canais daqui produções feitas nos EUA para México, Brasil, Argentina. O ministério resolveu apostar em uma produção nacional como política de educação e cultura para as nossas crianças”, conta. O canal funciona desde 2010. Para alcançar a verossimilhança com o universo argentino, a produção conta com a supervisão de historiadores e educadores.

Desde que começou a produzir e distribuir as animações nas escolas públicas do país, o canal estatal se viu envolto em polêmicas e críticas. Historiadores e sociólogos acharam precoce tratar determinados temas entre os pequenos. Alguns condenaram a “versão oficial” contida na animação, feita pela produtora Perro en la Luna e dirigida por Sebastián Mignona.

Os produtores rebatem as críticas. “Na verdade, mostramos que é possível contar uma história de maneira divertida e reflexiva. E isso sempre gerará polêmica”, avalia Cielo. “Mas o importante é não subestimarmos as crianças e lembrarmos que elas também são capazes de compreender os processos históricos.”

Segue o link para o trailer do desenho (com legendas em português): http://www.youtube.com/watch?v=6hd_i8HQC3o




17 de ago. de 2012

Vocês já viram essa imagem? (2)


Um marinheiro beijando uma enfermeira em plena rua. O que de histórico tem isso?
Essa foto foi tirada na Avenida Times Square, em Nova York, em 1945, quando a notícia do término da Segunda Guerra Mundial havia chegado e com ela a alegria da população que invadiu as ruas para comemorar.
Eis que um marinheiro emocionado agarra uma enfermeira desconhecida e a beija no meio da rua, perto de um fotógrafo que estava registrando as comemorações pela tão esperada notícia.

Parece uma situação de novela, não é? Eu também achava. Mas eis que uma recente notícia confirma a versão de beijo roubado. A rede de televisão estadunidense CBS encontrou o casal que era desconhecido até então para contarem a história do beijo. Reproduzo a reportagem retirada daqui abaixo:

Casal de foto histórica do fim da Segunda Guerra se revê após 67 anos

Casal que deu beijo histórico se reencontrou após muitos anos (Foto: Reprodução)Casal que deu beijo histórico se reencontrou após muitos anos (Foto: Reprodução)

Um beijo para a história. O marinheiro George Mendonsa e a enfermeira Greta Zimmer Friedman ficaram eternizados em uma fotografia clicada na Avenida Times Square, em Nova York, no exato momento do fim da Segunda Guerra Mundial, em 1945. A vibração do casal ficou famosa e, desde então, muita gente procurou identificar os dois, porém não obteve sucesso. Agora, 67 anos depois, a rede de televisão norte-americana CBS conseguiu achá-los e reunir a dupla em um encontro justamente naquele local.
O detalhe mais curioso da história é que Mendonsa e Zimmer sequer se conheciam quando se beijaram. O senhor, hoje com 89 anos, se lembra muito bem do dia que entrou para a eternidade. Ele estava em um encontro com outra mulher, chamada Rita Petry - que, aliás, é hoje sua atual esposa -, no Radio City Music Hall, quando a apresentação foi interrompida e o anúncio foi feito: “Os japoneses se renderam! A Guerra acabou!” Mendonsa, que havia bebido um pouco além da conta, acabou “exagerando” na comemoração.
A famosa foto do casal ficou eternizada (Foto: Reprodução/Life)A foto do casal ficou eternizada (Foto: Reprodução)
Enquanto estava correndo pela Times Square, o então rapaz vestido de marinheiro olhou para o lado e viu uma bela mulher com roupa de enfermeira. Ele não pensou duas vezes: largou a mão da sua companheira, agarrou a outra e tascou-lhe um beijão. A ousadia foi clicada pelo fotógrafo Alfred Eisenstaedt, da revista Life, que depois viria a iniciar uma campanha para “caçar” os protagonistas da cena.
“Eu estava muito feliz com o fim da Guerra, tinha tomado uns drinques, então quando a vi, agarrei e dei um beijo. Foi aquele momento, sabe? Tinha acabado de voltar do Pacífico e a Guerra havia terminado. Sobre a foto, não sabia que era eu. Um amigo meu, vários anos após esse momento, levou uma revista com a fotografia na minha casa e disse que era eu. Achei que ele estava louco, mas vi que era mesmo”, se recorda.
Greta Zimmer Friedman sequer viu que ele se aproximou, mas garante: não se esqueceu daquele momento. Ela se reconheceu na fotografia e confirmou que o casal foi o responsável pela cena inesquecível – depois de muitos outros já terem declarado que eles eram os personagens da foto, tentando ganhar alguma fama.
“Não vi que ele estava chegando e, antes que eu tivesse percebido, já tinha sido agarrada. Depois, quando vi a fotografia, não tive dúvida, sabia que era eu. Você não se esquece de um cara que te agarra dessa forma, não é? Ainda mais em um dia como aquele. Ele era muito forte. Mas eu não estava beijando ele, ele que me beijou”, comentou.
Os responsáveis pela reportagem também entrevistaram a então namorada e agora esposa (casada há 66 anos) do marinheiro, que garante que aquele foi um dia muito feliz.
Esposa do marinheiro e que foi largada por ele na hora do beijo não guarda mágoas (Foto: Reprodução)
Esposa do marinheiro não guarda mágoas
(Foto: Reprodução)
Até mesmo um livro sobre a cena será lançado em breve. A publicação, chamada “O Marinheiro Beijador”, vai revelar como o senhor Mendonsa, que tinha 22 anos em 1945 e participou da Segunda Guerra, sobreviveu às batalhas e e se encantou com o trabalho das enfermeiras – que salvaram não só a vida dele como também de diversos outros colegas marinheiros.

3 de ago. de 2012

E se na Segunda Guerra tivesse facebook?

Vocês já devem ter visto essas adaptações que o pessoal inventa com alguns eventos históricos como se eles estivessem ocorrendo no tempo do facebook. Eu simplesmente acho fantástico, muito bom para usar em sala de aula. O post de hoje é sobre a Segunda Guerra Mundial. 
Só para relembrar, a internet não existia nessa época! Isso foi tudo elaborado por alguém nos dias atuais, ok?


Inté!

1 de ago. de 2012

Vocês já viram essa imagem?

Tradução da frase: Nós podemos fazer isso!
Essa imagem é uma propaganda estadunidense* criada entre 1942 ou 1943, durante a Segunda Guerra Mundial, convocando as mulheres para trabalharem fora de casa. O contexto era o seguinte: a guerra estava ocorrendo e os soldados estavam se alistando e sendo convocados para a luta. Como os soldados eram em sua maioria homens, as empresas e fábricas começaram a ficar sem os seus empregados. Como a economia não podia parar, principalmente nesse momento de guerra em que os gastos são altos, as mulheres foram trabalhar fora de casa.

Sim, houve um tempo (não muito longe) que as mulheres não podiam trabalhar fora de casa. Eram criadas para o lar, para serem boas mães e conseguirem bons casamentos. Entretanto, a situação obrigou elas a saírem de casa e irem trabalhar. Na Primeira Guerra Mundial já tinha ocorrido, mas depois a situação havia retornado ao que era antes. Agora, a partir desse contexto, as mulheres saíram e algumas não voltaram mais para casa e começaram, cada vez mais, a reivindicar direitos e igualdade com os homens.

Esse cartaz foi inspirado em uma trabalhadora da época. Geraldine Doyle Hoff foi fotografada aos 17 anos enquanto trabalhava como operária no American Broach & Machine Co. Na foto abaixo, você pode visualizar a musa e a obra:



*Dicionário: estadunidense =  pertencente aos Estados Unidos da América (EUA).

25 de fev. de 2012

Os Simpsons contando História

Desculpem pelo trocadilho infame, mas a dica é interessante.
Acabei de ver essa matéria no site do Guia do Estudante. Confesso que não vi nenhum desses episódios, mas vale a pena a sugestão. Quem estiver disposto, é só baixar e assistir.

Segue a matéria retirada do site:

Criada em 1987 e completando 500 episódios este mês, Os Simpsons é a série mais longa a ocupar o horário nobre da TV americana. Quem curte o desenho sabe que ele é cheio de referências de todo tipo – inclusive históricas. Para comemorar o recorde, listamos alguns episódios que podem ajudar quem está se preparando para o vestibular. Como os fatos históricos não são contados com exatidão pela família amarela, fica a ideia de um desafio para você: comparar a versão deles com os fatos reais e tentar encontrar as diferenças e referências. É um jeito bem mais divertido de estudar – e facilita a memorização!
Lemon of Troy (O Limoeiro de Troia)
Temporada 6, episódio 24

Para estudar: Guerra de Troia

Como indica o próprio nome do episódio, a história é uma referência à lenda da Guerra de Troia, contada pelo poeta grego Homero. Os gregos teriam declarado guerra contra seus vizinhos troianos após o rapto de sua mais famosa e bonita cidadã do sexo feminino, a princesa Helena. No desenho, depois de uma discussão com Bart e seus amigos, os meninos de Shelbyville (a cidade vizinha) roubam o limoeiro histórico de Springfield. Ao descobrir isso, Bart, Milhouse, Nelson, Martin e Todd usam um plano semelhante ao do Cavalo de Tróia para recuperar a árvore na cidade inimiga.
Margical History Tour (Marge Viaja na História )
Temporada 15, episódio 11

Para estudar: Henrique VIII da Inglaterra e a criação da Igreja Anglicana, no século 16

Marge leva Lisa, Bart e Milhouse para fazer um trabalho na biblioteca de Springfield, mas descobrem que todos os livros importantes foram levados embora. Marge decide então dar uma aula do que os meninos precisavam estudar. Uma delas é a história do rei Henrique VII (Homer), que decide se divorciar de sua primeira esposa (Marge) porque ela não consegue lhe dar um herdeiro do sexo masculino. Como a Igreja Católica não lhe permitiu o divórcio, ele decide criar sua própria igreja e casa-se com Ana Bolena. O problema é que ela também não lhe dá filhos homens e o rei passa por vários casamentos, sem nunca conseguir o que deseja.
Homer vs. the Eighteenth Amendment (Homer contra a Lei Seca)
Temporada 8, episódio 18

Para estudar: a Lei Seca nos Estados Unidos nos anos 1920

O episódio faz referência à Lei Seca colocada em vigor com a 18ª Emenda à Constituição dos Estados Unidos, que proibiu a venda, fabricação e transporte de bebidas alcoólicas entre 1920 e 1933. A população apoiou a medida inicialmente, mas depois o comércio e consumo ilegal de bebidas se tornaram comuns, com traficantes e mafiosos como Al Capone ganhando um imenso poder e fortuna. Nos Simpsons, a questão aparece após uma comemoração cheia de excessos do dia de São Patrício. Bart fica bêbado na frente de uma câmera de TV e, chocadas, as esposas de Springfield exigem uma lei que impeça o consumo exagerado de bebida na cidade. Então é reativada a Lei Seca, que havia sido criada 200 anos antes e estabelecia a “pena da catapulta” para quem a desrespeitasse. A partir daí, Homer se torna o “Barão da Cerveja”, vendendo a bebida ilegalmente.
The way we was (Nós somos jovens, jovens)
Episódio 25, temporada 2


Mother Simpson (Vovó Simpson)
Episódio 8, temporada 7

Para estudar: anos 60 e 70 e o feminismo

Em “The way we was”, a TV da família quebra e Marge decide contar para Bart e Lisa a história de como ela e Homer se conheceram. Voltamos então para 1974, com muitas referências culturais da época, como o feminismo – Marge até chega a queimar seu sutiã.
Em “Mother Simpson”, Homer inventa um plano para fingir que morreu só para não ter que trabalhar num sábado. O problema é que todo mundo acreditou – inclusive a sua mãe, Mona Simpson, sumida há quase 30 anos e que volta para o suposto enterro do filho. Lisa e Bart perguntam porque ela sumiu por tanto tempo e ela conta a sua história, que se passa no ano de 1969. Na época, ela se junta ao movimento hippie e se envolve em confusões com a polícia por se envolver em protestos, tendo de fugir. O nome da vovó Simpson foi uma homenagem à verdadeira Mona Simpson, uma escritora americana feminista nascida em 1957 que foi casada com Richard Appel, um dos escritores da série. Mona é também a irmã biológica mais nova de Steve Jobs.
Lisa’s First Word (A primeira palavra de Lisa)
Episódio 10, temporada 4

Para estudar: a Guerra Fria e os anos 80

Enquanto tentam fazer Maggie falar “papai”, Homer conta a história da primeira palavra de Lisa. Para isso, voltam aos anos 80 em um episódio cheio de referências da época, incluindo a Guerra Fria e o boicote da União Soviética às Olimpíadas de 1984 em Los Angeles, Estados Unidos, em retaliação ao boicote aos Jogos Olímpicos de Verão de 1980 encabeçado pelos EUA. Com isso, os americanos dominam o evento e Krusty, que havia prometido um hambúrguer para cada medalha de ouro que o país ganhasse, se dá mal e perde milhões de dólares com a promoção.

11 de set. de 2011

Onze de Setembro

Precisamente hoje, 11/09/2011, completam-se dez anos do atentado aos EUA, em que as torres gêmeas do WTC, em Nova York, caíram atacadas por aviões. Além disso, havia aviões sequestrados direcionados ao Pentágono e a Casa Branca.
Muita coisa mudou a partir disso: a política dos estadunidenses foi rígida, controlando a segurança dos aeroportos, a questão dos imigrantes e gerando um grande pânico na população. Outro detalhe: o Afeganistão foi invadido para se buscar aquele que organizou o ataque, e Osama Bin Laden ficou sendo o terrorista número um e o homem mais procurado do mundo. Dizem os EUA que ele foi capturado e morto esse ano, mas imagens do corpo não foram mostradas.
Outro país invadido foi o Iraque, em que o velho amigo Saddam Hussein foi capturado e enforcado. Coincidência ou não, os dois países invadidos são ricos em petróleo, matéria-prima não renovável e que rende muito dinheiro.

Mas isso a maioria das pessoas com mais de 20 anos conhecem.

O que eu quero relembrar, nessa data, é outro onze de setembro: 11/09/1973. Aconteceu no Chile um atentado que derrubou o governo de Salvador Allende e instaurou a ditadura militar do General Pinochet. O golpe foi patrocinado pelos EUA para evitar que o Chile se tornasse comunista, devido às reformas que Allende estava implantando no país. Não podemos esquecer que essa época a Guerra Fria estava em pleno vapor e havia o medo por parte dos EUA de uma esquerdização nas Américas, devido a Cuba e a União Soviética.
Qual a solução encontrada? Patrocinar ditaduras militares que controlassem os comunistas em cada país e se orientasse de acordo com as políticas neoliberais, ou seja, capitalistas da melhor forma!
Não foi só o Chile, foi a América toda. Para relembrar: em 1973 a ditadura brasileira completava 9 anos e também teve o apoio dos EUA para sua implantação.


Para relembrar esses dois acontecimentos na mesma data e a participação dos EUA (como atacantes e atacados), um vídeo muito interessante:





Inté!